quarta-feira, 11 de agosto de 2010

INFLAÇÃO DO ALUGUEL PERDE FORÇA E SOBE 0,15% EM JULHO DIZ FGV

INFLAÇÃO DO ALUGUEL PERDE FORÇA E SOBE 0,15% EM JULHO DIZ FGV

      RESULTADO FICOU DENTRO DAS ESTIMATIVAS;
NO MÊS ANTERIOR,O IGP-M  HAVIA AVANÇADO 0,85%

O IGP-M subiu 0,15% em julho, após avançar 0,85% em junho, segundo divulgou a Fundação Getúlio Vargas (FGV) nesta quinta-feira, 29. O resultado ficou dentro do intervalo das estimativas dos analistas do mercado financeiro ouvidos pelo AE-Projeções, que esperavam um resultado entre -0,05% e +0,18%, mas acima da mediana das expectativas (+0,05%).

A FGV anunciou ainda os resultados dos três sub-indicadores que compõem o IGP-M de junho. O IPA-M avançou 0,20% este mês, após subir 1,09% em junho. Por sua vez, o IPC-M apresentou queda de 0,17% em julho, em comparação com a queda de 0,18%% no mês passado. Já o INCC-M registrou taxa positiva de 0,62%% este mês, em comparação com a elevação de 1,77% em junho.

A taxa acumulada do IGP-M é muito usada no cálculo de reajustes de aluguel. Até julho, o indicador acumula taxas de inflação de 5,85% no ano e de 5,79% em 12 meses. O período de coleta de preços para cálculo do IGP-M de junho foi do dia 21 de junho a 20 de julho.

A inflação nos preços dos produtos agrícolas no atacado acelerou este mês, com alta de 0,28% em julho, após aumento de 0,15% em junho, no âmbito do IGP-M. De acordo com a fundação, ainda no atacado, os preços dos produtos industriais desaceleraram, com alta de 0,18% em julho, ante 1,39% em junho.

Dentro do Índice de Preços por Atacado segundo Estágios de Processamento (IPA-EP), que permite visualizar a transmissão de preços ao longo da cadeia produtiva, os preços dos bens finais caíram 0,34% em julho, após uma queda de 0,42% em junho. Por sua vez, os preços dos bens intermediários registraram elevação de 0,01% este mês, em comparação com a alta de 0,80% em junho. Já os preços das matérias-primas brutas apresentaram aumento de 1,22% em julho, ante alta de 3,67% em junho.


FONTE: AGENCIA DO ESTADO



EPA- EMPRESA DE PROJETOS ARQUITETÔNICOS
ORG.:JOÃO PAULO COELHO












OFERECIMENTO
CAIXA O BANCO QUE ACREDITA NO SEU FUTURO EM PARCERIA COM A SOLIC CONSTRUTORA


 

terça-feira, 10 de agosto de 2010

NOVAS CÉDULAS COMEÇAM A CIRCULAR EM NOVEMBRO

NOTÍCIAS SOLIC CONSTRUTORA

NOVAS CÉDULAS COMEÇAM CIRCULAR EM NOVEMBRO


A nova família de cédulas de real deve começar a circular a partir de novembro. As novas notas substituirão as que circulam atualmente e trazem novidades como recursos de segurança contra falsificação e a diferença de tamanho entre as aquelas de valores diferentes.


Quanto aos animais que representam cada um dos valores, eles devem continuar, mas terão novos desenhos. Para produzir as novas cédulas, a Casa da Moeda adquiriu duas máquinas, de fabricação suíça, consideradas as mais modernas do mundo. A primeira delas entrou em operação nesta sexta-feira (6) e a segunda entrará em atividade até o final do mês.


VEJA OS INDICADORES DE INFLAÇÃO E DIVERSOS, DOS PRINCIPAIS ÍNDICES DE ALUGUÉL

Brasil é próxima potência mundial, afirma bilionário americano

Brasil é próxima potência mundial, afirma bilionário americano



O bilionário americano Sam Zell, 68, está no Brasil, hoje e amanhã, para expandir os investimentos do grupo Equity International no país que considera a próxima “potência mundial”.

“O quanto vamos investir depende das oportunidades. Até hoje, nenhuma foi maior do que o nosso apetite por capital”, afirmou Zell à Folha, por telefone, de Chicago.

O grupo de private equity já tem participações em cinco empresas brasileiras, entre elas a Gafisa e a BR Malls, que tem atualmente 35 shoppings em seu portfólio.


Entusiasta do Brasil, Zell atribui ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva o reconhecimento do país como “uma das oportunidades mais atraentes do mundo”.

O empresário americano minimiza o risco de superaquecimento da economia brasileira. “O país vai muito bem. Prefiro investir em um país quente demais a investir em um país frio”, diz.


“Começamos a estudar o Brasil há quase 12 anos. Desde então, houve o reconhecimento [no exterior] da estabilidade fiscal do país”, elogia.


“O Brasil elevou as taxas de juros antes de outros países, evitando a hiperinflação que o infestou no passado.”

Para o americano, “o Brasil sempre foi reconhecido como tendo enormes recursos e oportunidades, mas, no passado, não soube tirar vantagem disso”.


“Nos últimos oito, nove anos, tem havido um novo nível de disciplina, fazendo dele uma das oportunidades mais atraentes no mundo. O presidente Lula focou no crescimento enquanto manteve a disciplina fiscal, para evitar a hiperinflação.”


Zell diz achar que, hoje, “”há menos obstáculos para investir no país”. “O Brasil está se transformando de um país em desenvolvimento em um país desenvolvido.”

A eleição tampouco o preocupa -os dois principais candidatos à Presidência, diz, manterão a política econômica atual.


Ele dá dois conselhos para que o país continue no caminho para se tornar uma potência com liderança mundial: “Manter a disciplina fiscal e continuar a desenvolver os seus recursos e a construir infraestrutura, facilitando os investimentos”.

Apesar de o principal foco da sua empresa ser no setor imobiliário, Zell afirma não descartar nenhuma área. Mas, ao final da entrevista, o empresário responde com um rápido “”não” quando questionado se investiria na mídia brasileira.


Uma das grandes polêmicas que assombram sua carreira é a aquisição da Tribune Company, em 2007. No ano seguinte, o grupo, que publica o “”Los Angeles Times” e o “”Chicago Tribune”, entre outros veículos, pediu falência.


Com o processo ainda em andamento, Zell recusa-se a comentar o assunto. Questionado se se arrepende de ter investido em mídia nos EUA, diz apenas: “”Não tenho arrependimento nenhum”.






Fonte: Folha de São Paulo (Cristina Fibe)


Oferecimento